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AS VERDADES SOBRE A SAÚDE QUE O PREFEITO JÂNIO NATAL NÃO QUER QUE A POPULAÇÃO SAIBA – PARTE II (E o que ele tenta esconder sob os tapetes de sua propaganda barata)

Noticias 24 de outubro de 2025

 

Porto Seguro, 2025. Saúde pública em ruínas, população abandonada e um prefeito que, ao invés de governar, se ocupa em produzir um teatro farsesco nas redes sociais, posando de defensor da moralidade administrativa enquanto o caos se espalha pelos corredores do Hospital Luís Eduardo Magalhães (HLEM) e pelos postos de saúde do município. Dizer que a saúde em Porto Seguro está um desastre seria um elogio. O que há é um colapso institucional, gerado pela omissão, incompetência e — por que não dizer? — cinismo político.

 

Mas é claro que o prefeito não tem culpa exclusiva de todas as mazelas do HLEM, mas que tem responsabilidade por grande parte delas, isso ele tem. E muita ! Basta raciocinar um pouco para se chegar à conclusão que, somadas às deficiências da empresa que ficou responsavel por gerir o HLEM, o caos na saúde pública municipal fez os números do hospital estadual inflarem assustadoramente. . 

 

Isso por que, entre 2021 e 2024, Porto Seguro amargou, de forma vergonhosa, a última colocação entre os 417 municípios da Bahia no ranking do programa Previne Brasil. Repetindo: a pior saúde pública municipal da Bahia. Em 2024, “subiu” milagrosamente cinco posições e agora figura no 412º lugar — como se isso fosse motivo de celebração. Continua sendo a pior da Costa do Descobrimento, perdendo para cidades que cabem dentro de um bairro da sede municipal, como Itagimirim e Guaratinga. Uma derrota moral e administrativa que desmascara o marketing desavergonhado da atual gestão.

Veja o que diz o relatório do Previne Brasil do último semestre de 2024, clicando AQUI 

 

SERÁ QUE ELE ESPERAVA ALGUM MILAGRE?

 

"Não temos culpa, isso é herança da gestão passada", diz o prefeito. Ora, tenha paciência. Quem tem culpa então? A ex-prefeita? O Papa? O ET de Varginha? Quando a Prefeitura abandona a atenção básica, se recusa a integrar consórcios regionais, e joga todo o peso dos atendimentos nas costas do HLEM, o que se espera? Milagre? 

 

Claro que o hospital colapsou. Sem estrutura, sem leitos, sem insumos, e com uma gestão municipal que, em vez de assumir responsabilidades, prefere apontar o dedo para o Estado. Puro oportunismo. Aliás, típico de quem berra grosso nas redes e mia fino ao lado do governador Jerônimo Rodrigues. Teatrinho barato.

REPASSE IRRISÓRIO

 

E o repasse de R$ 12 milhões? Balela! Jânio tenta vender a ideia de que está fazendo um favor ao povo. A verdade? A Prefeitura arrecada mais de R$ 100 milhões por mês. Fatura R$ 1 bilhão por ano. Além disso, pegou mais de R$ 500 milhões em empréstimos, endividando o município por décadas.

 

O repasse ao hospital estadual é irrisório, insignificante diante do tamanho da tragédia que ajudou a criar. Isso não é política pública. Isso é pão e circo. Só falta colocar um nariz vermelho.

 

INDECÊNCIA COM AS FINANÇAS PÚBLICAS

 

Mas o caso ganha contornos ainda mais indecentes com a contratação, sem licitação, da empresa Publica Assessoria em Gestão Empresarial Ltda., que em 2024 levou R$ 3 milhões dos cofres públicos, valor já ampliado através de aditivos  para R$ 3,2 milhões em 2025 até agora. Para quê? Para "gestão à distância", tipo home office da incompetência. 

Uma empresa de Brasília, sem qualquer vínculo com a realidade local, foi contratada para fazer o que a equipe técnica da Prefeitura — Dra. Raissa, Miguel Ballejo, Paulinho Toa Toa e o folclórico "Vaca" — jamais conseguiu: fingir que está tudo bem.

A CIDADE ENTREGUE À SORTE

 

Porto Seguro está entregue à sorte. O prefeito governa por narrativas, não por ações. Os números são manipulados, a verdade é maquiada, e a população paga o preço com filas, sofrimento, diagnósticos atrasados e mortes evitáveis. Isso não é só má gestão. É desprezo pela vida humana.

 

O cidadão que ainda acredita nesse conto de fadas tropical chamado Jânio Natal precisa, urgentemente, acordar. Porque enquanto o prefeito gasta milhões com publicidade, assessorias e politicagem, quem sente na pele a falência do sistema é o povo. O mesmo povo que ele jura defender, mas que ignora sem o menor constrangimento.

 

Porto Seguro sangra. E o prefeito ainda sorri.

AS VERDADES QUE O   PREFEITO JÂNIO NATAL NÃO  REVELA SOBRE A SAÚDE EM PORTO SEGURO (PARTE I)

AS VERDADES QUE O PREFEITO JÂNIO NATAL NÃO REVELA SOBRE A SAÚDE EM PORTO SEGURO (PARTE I)

Noticias 22 de outubro de 2025

ALUIZ

 

Há gestores ruins, há os medíocres — e há Jânio Natal, o prefeito de Porto Seguro, que parece ter se empenhado pessoalmente em provar que é possível afundar uma cidade rica e promissora em meio a uma maré de incompetência, vaidade e populismo digital.

 

Porto Seguro virou o laboratório do que não se deve fazer em administração pública. Jânio transformou a prefeitura em palco de autopromoção: vídeos ensaiados, frases de efeito e ataques a adversários. Enquanto posa de moralizador, sua gestão colocou o município como o pior em saúde da Bahia, segundo relatório oficial do Programa Previne Brasil, do  Ministério da Saúde.

 

IRONIA CRUEL 

 

A ironia é cruel: o prefeito que tanto critica o hospital estadual - não que ele não mereça ser duramente criticado -  foi quem  destruiu a rede pública municipal, ao escolher  secretários  por conveniência política, não por capacidade. De uma médica deslumbrada e sem a mínima capacidade de gestão, passando por Miguel Ballejo e Paulinho Toa Toa,    todos  símbolo do improviso,  do amadorismo e da falta de preocupação do prefeito  com a vida das pessoas. 

 

O resultado é visível: filas, falta de médicos, remédios ausentes e uma população desassistida. E, diante do caos, o prefeito culpa o Governo do Estado. É o manual do populista: quanto pior a gestão, mais alto o discurso.

 

 A DERROCADA FINANCEIRA 

 

A derrocada financeira completa o quadro do caos. Jânio recebeu a prefeitura com R$ 30 milhões em caixa e hoje a cidade está  endividada em mais de meio bilhão de reais, ostentando a nota “C” na CAPAG -índice da  Capacidade de Pagamento de um município - e sem pagar nem o INSS dos servidores, a espera da aprovação de uma Medida Provisória que lhe possibilite parcelar o rombo em 240 vezes,

 

deixando o próximo gestor de pés e mãos atadas, como acontece atualmente em Eunápolis, depois do furacão Cordélia e que dizimou a saúde e as finanças públicas . A verdade é que Porto Seguro está tecnicamente quebrada — e levará décadas para se reerguer.

 Mesmo assim, o prefeito vive em um mundo paralelo. Faz lives, tira selfies, inventa inimigos e tenta convencer os distraídos de que a culpa nunca é dele. Enquanto isso, após o prefeito não aceitar participar do consórcio da Policlínica Regional de Eunápolis, que ao menos  aliviria em boa parte a  demanda local, o  Hospital Luiz Eduardo Magalhães,  sobrevive à sobrecarga provocada pela ruína da saúde municipal.

 

O TEATRO DO ABSURDO 

 

No fim, Jânio Natal é o retrato do gestor que confunde governo com marketing pessoal. Fala e mente muito, faz pouco e, quando cobrado, culpa os outros. Porto Seguro não precisa de espetáculo — precisa de governo.

É por isso que eu digo que, não, o prefeito Jânio Natal não pode ser levado a sério. Porque governar exige seriedade, responsabilidade e compromisso — três virtudes que, até agora, ele não demonstrou possuir.

E porque, no fim, a verdade é mais teimosa que qualquer discurso. Porto Seguro merece mais que espetáculo: merece governo.

 

 

 

 

JÂNIO JÚNIOR VEM AÍ....

JÂNIO JÚNIOR VEM AÍ....

Noticias 12 de outubro de 2025

 

AJUNIOR

Quem acompanha meus textos há algum tempo sabe muito bem que nunca fui simpático ao estilo de governar do prefeito Jânio Natal. Desde 2004, quando ele despontou como gestor de Porto Seguro, deixei claro que discordo de sua forma de fazer política. E sigo discordando. Ponto.

 

Mas a política, às vezes, prega surpresas. E uma delas atende pelo nome de Jânio Júnior — ou Juninho, como é conhecido pelos mais próximos. Secretário do Meio Ambiente e filho do prefeito, ele começa a surgir como uma figura que destoa do padrão: equilibrado, técnico e de ideias próprias. Um jovem com perfil de gestor moderno, que sabe ouvir, planejar e agir — três verbos raríssimos na gramática política baiana.

 

A FORÇA DO TRABALHO DE CLÁUDIA OLIVEIRA

 

Nesse cenário, é impossível não mencionar Cláudia Oliveira, ex-prefeita por oito anos e hoje deputada estadual pela segunda vez. Cláudia é daquelas políticas que dispensam discurso ensaiado. Enquanto muitos parlamentares transformam o mandato em vitrine pessoal, ela prefere transformar em entrega real. 

 

Cláudia não é de postar promessas — é de cumprir.
Não é de prometer obras — é de inaugurá-las.
E, num país em que falar virou substituto de fazer, isso já a coloca alguns quilômetros à frente.

 

Incansável, Cláudia construiu sua trajetória com trabalho concreto e presença constante no Extremo Sul. A cada mandato, reforça a imagem de mulher pública que não se acomoda, que se mantém próxima da população e que entrega resultado com serenidade e firmeza.

 

A DOBRADINHA QUE PODE MUDAR O JOGO

 

Com Jânio Júnior se preparando para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia, a região ganha a chance de formar uma representação política forte e complementar. De um lado, a experiência e o trabalho de Cláudia; do outro, a energia e a visão moderna de Juninho.

 

Os dois não competem — se somam.
Cláudia simboliza a consolidação; Juninho, a renovação.
Ela representa a maturidade política; ele, a ousadia do novo.

 

E é justamente nessa combinação que pode estar o segredo de um novo momento para o Extremo Sul: trabalho com propósito, política com identidade e resultados que falam por si.

PREFEITO GIRLEI: UMA PEÇA RARA NA POLÍTICA ATUAL

PREFEITO GIRLEI: UMA PEÇA RARA NA POLÍTICA ATUAL

Noticias 12 de outubro de 2025

AGIRLEI

Confesso: eu achava que a história do tal prefeito da bicicleta era mais uma dessas lendas de cidade pequena. Diziam que o sujeito era muito simples, que não tinha gabinete de mármore nem comitiva de puxa-sacos, e que aparecia pedalando pela cidade como se o poder fosse coisa corriqueira.

 

Pois neste sábado, por volta do meio-dia, em plena BR-367, tive o prazer de descobrir que era tudo verdade. Lá estava Girlei Lage, prefeito de Santa Cruz Cabrália, vestido de palhaço, pedalando sua bicicleta cargueira para homenagear o Dia das Crianças. Sim, um prefeito de verdade, suando no asfalto, sem seguranças, sem motorista, sem firula.

 

Parei o carro só pra confirmar que a alucinação era real.

— “Então o senhor é o famoso prefeito da bicicleta?”, perguntei.
Ele sorriu e respondeu:
— “Não. Eu “não sou” o prefeito. Eu apenas “estou” prefeito.”

Pronto. Em uma frase, o homem desmontou séculos de arrogância política brasileira.

 

SEM SW 4

 

Disse a ele, meio brincando:
— “Mas com dez meses de mandato, pensei que já estivesse de SW4, o carro preferido de 100 em cada 100 prefeitos do país.”
Ele rebateu, tranquilo:
— “Não, eu ainda prefiro a bicicleta. E desta aqui não me separo.”

Foi o bastante pra entender: Girlei é uma heresia viva no templo da política brasileira.

 

CARGO EMPRESTADO

 

Enquanto os prefeitos “normais” investem pequenas fortunas pra serem eleitos e, depois, passam o resto da vida tentando não largar o osso, Girlei age como quem emprestou o cargo por tempo determinado.

 

Em vez de trono, tem um selim. Em vez de gabinete climatizado, tem o vento na cara. E, veja só, o mundo não acabou. A cidade continua funcionando — talvez até melhor.

 

Nos tempos de prefeitos faraós, que acham que governar é posar pra foto e desfilar em carro oficial, ver um gestor pedalando parece coisa de outro planeta. E, no Brasil, isso é quase subversivo.

 

NOVOS TEMPOS

 

Não que Girlei seja perfeito — ele mesmo provavelmente diria que não é. Mas o que o diferencia é justamente o que falta na política nacional: autenticidade. Ele não faz pose, não ensaia discurso, não inventa personagem. O homem é o que é — e, pasme, isso tem dado certo.

 

Santa Cruz Cabrália começa a ver resultados práticos: obras simples, organização da cidade, melhorias visíveis. Nada de inauguração com banda e fogos — o tipo de evento que políticos adoram porque gasta dinheiro e rende voto. Girlei trabalha calado. E isso, convenhamos, é um escândalo.

 

PEDALADA RUMO À ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA? 

 

A verdade é que Girlei Lage inaugura uma nova categoria de gestor: o “prefeito pós-vaidade”, aquele que lembra que o cargo é uma função, não uma fantasia de poder. Enquanto outros bem próximos a nós se entopem de assessores, diárias e discursos vazios, ele segue tranquilo, pedalando, provando que administrar não exige luxos — só vergonha na cara e disposição.

 

Se continuar nesse ritmo, Cabrália não vai só crescer; vai exportar um novo tipo de político, desses que lembram que a honestidade ainda pode dar voto. E quem sabe, um dia, o “prefeito da bicicleta”, ao melhor estilo capixaba do hoje deputado Sergio Meneguelli, pedale até a Assembleia Legislativa? Seria a primeira pedalada na história da política brasileira que todo mundo aplaudiria.

 

Porque, no fundo, Girlei Lage é isso: um fenômeno raro — um prefeito que governa com o pé no chão e o espírito no guidão.

EUNÁPOLIS AVANÇA EM INFRAESTRURA, MAS SAÚDE EXIGE ATENÇÃO REDOBRADA

EUNÁPOLIS AVANÇA EM INFRAESTRURA, MAS SAÚDE EXIGE ATENÇÃO REDOBRADA

Noticias 30 de setembro de 2025

APOLI

 

Nos últimos meses, Eunápolis tem vivido uma transformação visível. Após um período de grave estagnação administrativa, especialmente durante a gestão anterior, a partir de 2025 a  cidade finalmente vem dando sinais concretos de recuperação e desenvolvimento sob o comando do atual prefeito, Robério Oliveira. Ainda que grandes desafios persistam — especialmente na área da saúde —, os avanços são evidentes em diversos setores da administração pública.

 

A crítica situação da saúde municipal,  que ainda enfrenta sobrecarga e reclamações recorrentes da população, reflete não apenas a complexidade da saúde pública na região, mas também o legado de abandono herdado da gestão passada. Sob a antiga administração de Cordélia Torres, a saúde municipal foi gravemente afetada, sendo marcada por medidas polêmicas como o fechamento da Policlínica Municipal — equipamento essencial que deixou de atender à população por uma decisão meramente política e altamente desastrosa.

 

A desativação da policlínica municipal foi o resultado do descaso e do  abandono da gestão anterior, que deixou equipamento novos, como máquinas de raios-x e respiradores virarem sucatas, sem que tais equipamentos pudessem vir a ser aproveitados pela atual gestão. Mais do que um ato criminoso, foi um ato desumado da ex-prefeita. Não por nada, sequer concorrer à reeleição ela pode, tal o grau de rejeição popular conquistado. 

 

TUDO COM ORÇAMENTO PRÓPRIO

 

Hoje, mesmo enfrentando severas limitações orçamentárias e sem recorrer a endividamentos milionários  — diferentemente de cidades vizinhas como Porto Seguro —, Eunápolis passa por um processo gradual de reconstrução. A cidade voltou a receber investimentos em infraestrutura urbana, como o reordenamento do sistema viário, recuperação de ruas e avenidas, novo anel viário, melhorias na iluminação pública, e um serviço de coleta de lixo que opera de forma regular e eficiente. As entradas da cidade ganharam novo paisagismo, valorizando o espaço urbano e promovendo dignidade à população.

 

É inegável que os problemas da saúde ainda pedem socorro. Eunápolis, como polo regional, recebe pacientes de diversos municípios do entorno, enfrentando uma demanda muito superior à capacidade financeira e estrutural instalada. No entanto, a atual gestão tem buscado alternativas para reestruturar o sistema de saúde, mesmo em meio às limitações herdadas.

 

ESFORÇO E PLANEJAMENTO

 

Ao contrário do que se viu anteriormente, hoje há esforço visível e planejamento, mesmo que os resultados ainda não sejam suficientes para resolver todos os gargalos. Robério Oliveira, apesar de críticas, demonstra experiência administrativa e disposição para enfrentar desafios complexos, como o que representa a saúde pública de uma cidade que precisa atender não apenas seus cidadãos, mas também os de toda uma microrregião.

 

É preciso reconhecer: Eunápolis melhorou, e muito. Mas também é necessário admitir que a jornada está longe de terminar — especialmente quando o assunto é a saúde pública. O que se espera, agora, é que a mesma seriedade e compromisso demonstrados na recuperação da infraestrutura urbana sejam aplicados com ainda mais intensidade na reestruturação definitiva do sistema de saúde do município.

  1. UBALDINO E A MALDIÇÃO DOS 30 MILHÕES
  2. O AMOR (E O PODER) ESTÁ NO AR – VERSÃO EUNÁPOLIS  
  3. A SÍNDROME DE PINÓQUIO QUE CARACTERIZA O ARTISTA JÂNIO NATAL E A PONTE QUE O PARIU
  4.  O NOVO  ESTELIONATO ELEITORAL EM PORTO SEGURO 

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