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EUNÁPOLIS AVANÇA EM INFRAESTRURA, MAS SAÚDE EXIGE ATENÇÃO REDOBRADA

EUNÁPOLIS AVANÇA EM INFRAESTRURA, MAS SAÚDE EXIGE ATENÇÃO REDOBRADA

Noticias 30 de setembro de 2025

APOLI

 

Nos últimos meses, Eunápolis tem vivido uma transformação visível. Após um período de grave estagnação administrativa, especialmente durante a gestão anterior, a partir de 2025 a  cidade finalmente vem dando sinais concretos de recuperação e desenvolvimento sob o comando do atual prefeito, Robério Oliveira. Ainda que grandes desafios persistam — especialmente na área da saúde —, os avanços são evidentes em diversos setores da administração pública.

 

A crítica situação da saúde municipal,  que ainda enfrenta sobrecarga e reclamações recorrentes da população, reflete não apenas a complexidade da saúde pública na região, mas também o legado de abandono herdado da gestão passada. Sob a antiga administração de Cordélia Torres, a saúde municipal foi gravemente afetada, sendo marcada por medidas polêmicas como o fechamento da Policlínica Municipal — equipamento essencial que deixou de atender à população por uma decisão meramente política e altamente desastrosa.

 

A desativação da policlínica municipal foi o resultado do descaso e do  abandono da gestão anterior, que deixou equipamento novos, como máquinas de raios-x e respiradores virarem sucatas, sem que tais equipamentos pudessem vir a ser aproveitados pela atual gestão. Mais do que um ato criminoso, foi um ato desumado da ex-prefeita. Não por nada, sequer concorrer à reeleição ela pode, tal o grau de rejeição popular conquistado. 

 

TUDO COM ORÇAMENTO PRÓPRIO

 

Hoje, mesmo enfrentando severas limitações orçamentárias e sem recorrer a endividamentos milionários  — diferentemente de cidades vizinhas como Porto Seguro —, Eunápolis passa por um processo gradual de reconstrução. A cidade voltou a receber investimentos em infraestrutura urbana, como o reordenamento do sistema viário, recuperação de ruas e avenidas, novo anel viário, melhorias na iluminação pública, e um serviço de coleta de lixo que opera de forma regular e eficiente. As entradas da cidade ganharam novo paisagismo, valorizando o espaço urbano e promovendo dignidade à população.

 

É inegável que os problemas da saúde ainda pedem socorro. Eunápolis, como polo regional, recebe pacientes de diversos municípios do entorno, enfrentando uma demanda muito superior à capacidade financeira e estrutural instalada. No entanto, a atual gestão tem buscado alternativas para reestruturar o sistema de saúde, mesmo em meio às limitações herdadas.

 

ESFORÇO E PLANEJAMENTO

 

Ao contrário do que se viu anteriormente, hoje há esforço visível e planejamento, mesmo que os resultados ainda não sejam suficientes para resolver todos os gargalos. Robério Oliveira, apesar de críticas, demonstra experiência administrativa e disposição para enfrentar desafios complexos, como o que representa a saúde pública de uma cidade que precisa atender não apenas seus cidadãos, mas também os de toda uma microrregião.

 

É preciso reconhecer: Eunápolis melhorou, e muito. Mas também é necessário admitir que a jornada está longe de terminar — especialmente quando o assunto é a saúde pública. O que se espera, agora, é que a mesma seriedade e compromisso demonstrados na recuperação da infraestrutura urbana sejam aplicados com ainda mais intensidade na reestruturação definitiva do sistema de saúde do município.

UBALDINO E A MALDIÇÃO DOS 30 MILHÕES

UBALDINO E A MALDIÇÃO DOS 30 MILHÕES

Noticias 29 de setembro de 2025

auba 2

Política, em Porto Seguro, continua sendo aquele esporte de alto risco — e altíssimo custo. Esqueça plano de governo, debate de ideias ou até mesmo decência mínima. Aqui, eleição se mede em milhões. E quem avisa não é adversário, fofoqueiro de WhatsApp ou analista de palanque. Quem avisa é Baiano, aos 80 anos, o velho cacique, ex-prefeito duas vezes (em lugares diferentes, como se fosse pouco), pai do também ex, Ubaldino Júnior, e detentor de uma coisa rara nesse ambiente: lucidez sem filtro.

 

Segundo o patriarca, vencer uma eleição hoje em Porto Seguro custa a bagatela de R$ 30 milhões. Isso mesmo: trinta milhões de reais — o preço estimado para fazer o que o atual prefeito Jânio Natal fez em 2024, ao se fantasiar de “tocador de obras” enquanto empurrava a conta pro futuro, endividando o município até que os netos dos atuais contribuintes tenham cabelos brancos.

 

A GUILHOTINA

 

Jânio, aliás, pode não chegar nem a março no cargo, se o STF resolver mesmo cassar o seu mandato — coisa que já deixou de ser ameaça e está virando só questão de calendário. Mas o fato é que sua “gestão” virou referência: não pelo que fez, mas pelo quanto gastou para fazer o que fingiu que fez.

 

Foi obra na marra, cheque especial sem limite e uma sucessão de “calotes” administrativos que transformaram Porto Seguro num carro bonito, mas financiado em 240 vezes com juros de agiota.

 

E aí entra Ubaldino. Após mais de duas décadas fora do cargo, por obra e graça do TCU, eis que os partidários do  ex-prefeito insistem e parecem cogitar uma volta triunfal à política local. Só que o pai — mais experiente e visivelmente menos iludido — não esconde sua opinião: seria burrice.

 

AQUI É NO DINHEIRO

 

Baiano, com a franqueza típica de quem já viveu, viu muito e perdeu a paciência com as ilusões da política, diz o óbvio que ninguém gosta de dizer: em Porto Seguro, não existe eleição barata, muito menos eleição limpa. Não tem almoço grátis, não tem “projeto de governo”, não tem ideologia — só tem conta pra pagar. E paga-se caro. Quem quiser brincar de prefeito tem que entrar com a mala pronta — e cheia.

 

Como diz o ex-prefeito Gilberto Abade, “eleição em Porto Seguro não é briga de menino barrigudo”. E não é mesmo. Consciência política e eleitoral é o que menos importa. Estão aí os 16 vereadores, que apoiam o atual desgoverno, e que não me deixam mentir. Ah, e tem mais: além do candidato pagar para receber o apoio na campanha, se for eleito, o prefeito vira escravo e é obrigado a bancar a "liderança" por mais 4 ou 8 anos. 

 

Pior: Baiano acredita que Ubaldino, vivendo hoje sua melhor fase pessoal e financeira, talvez não precise mais desse circo. Voltar à prefeitura pode não ser só um erro estratégico — pode ser um desperdício existencial. Afinal, por que trocar paz de espírito por reunião com vereador pidão, assessor relinchando em grupo de zap e empreiteiro ligando de madrugada querendo “liberar a fatura”?

 

VENDENDO A ALMA EM PARCELAS

 

A pergunta que resta, caro leitor, é simples e direta como uma planilha de campanha: Ubaldino vai ouvir o pai ou vai deixar a vaidade falar mais alto? Vai apostar que Porto Seguro ainda tem salvação eleitoral ou vai aceitar que, para governar a cidade, é preciso vender a alma — e ainda parcelar?

 

Saberemos em breve. Mas se depender da lógica vigente, onde prefeito bom é o que sabe gastar (com dinheiro dos outros) e liderança política é quem cobra mais caro, talvez seja melhor mesmo ficar em casa.

O AMOR (E O PODER) ESTÁ NO AR – VERSÃO EUNÁPOLIS  

O AMOR (E O PODER) ESTÁ NO AR – VERSÃO EUNÁPOLIS  

Noticias 29 de setembro de 2025

 


ANETO

 

Dizem que o tempo cura tudo. E, em alguns casos, até ressuscita amizades e parcerias  políticas que já pareciam enterradas no fundo do pântano da mágoa — ou do oportunismo.

 

Eis que um passarinho, desses que não cantam, só cochicham, confidenciou ao blog que houve uma  “química” entre dois velhos conhecidos da política baiana: o prefeito de Eunápolis,  Robério Oliveira,  e o ex-deputado federal e eterno frequentador do backstage do poder, Ronaldo Carletto.

 

Sim, caro leitor. Robério e Carletto, parceiros nos tempos áureos do poder, viraram inimigos figadais na ressaca das eleições passadas. Mas bastou um casamento — justo o do filho do ex-prefeito Abade — uma taça de vinho melhor que o de costume, e um ambiente propício para “revivals”, que os dois parecem ter redescoberto o prazer de um bom conchavo. Ninguém sabe se houve beijos, abraços, ou apenas promessas sussurradas no pé do ouvido. Mas o que se comenta é que estão “às boas” novamente.

 

QUEM DEU O PRIMEIRO PASSO?

 

A questão é: quem deu o primeiro passo? Robério, cansado da solidão no campo da articulação política, ou Carletto, que não consegue ver uma luz acesa no gabinete sem tentar entrar com os dois pés? O fato é que, quando esses dois voltam a conversar, não é por nostalgia dos bons tempos — é porque tem coisa no forno.

 

Ronaldo Carletto, hoje presidente do Avante na Bahia, é aquele tipo de político que não precisa de cargo para estar no centro do poder. E, como não pode mais colocar o nome na urna com a mesma facilidade de antes, resolveu usar seu ventríloquo amestrado, o sobrinho Neto Carletto, para continuar dizendo “amém” ao que for conveniente — com o mesmo zelo pela ética de um gambá atravessando a rua.

 

A GRANDE DECEPÇÃO 

 

Neto segue os passos do tio com uma dedicação quase religiosa: pouco se importa se o que está sendo feito é certo, errado, imoral ou apenas inútil. O importante é estar perto de quem manda — mesmo que seja para segurar o guarda-chuva. Chegou ao ponto recentemente até de votar a favor da PEC da bandidagem ou da blindagem, como queiram.

 

Enquanto isso, Eunápolis segue sendo o palco desses reencontros teatrais. O povo? Bem, o povo assiste tudo da arquibancada,  esperando que dessa vez — quem sabe — algum milagre positivo aconteça, depois do efeito do verdadeiro furacão  que Cordélia Torres conseguiu fazer com a cidade vizinha, tornando Eunápolis terra devassada,  quase falindo a prefeitura e o comércio em geral com a pior administração a que se tem notícia na região nos últimos anos.

A SÍNDROME DE PINÓQUIO QUE CARACTERIZA O ARTISTA  JÂNIO NATAL  E A PONTE QUE O PARIU

A SÍNDROME DE PINÓQUIO QUE CARACTERIZA O ARTISTA JÂNIO NATAL E A PONTE QUE O PARIU

Noticias 26 de setembro de 2025

pinoquio og

Porto Seguro tem o privilégio de ser governada por um artista. Não um administrador, não um gestor — mas um artista da enganação. O prefeito Jânio Natal é uma espécie de maestro do blefe, que rege a cidade ao som de promessas falsas, anúncios espetaculosos e obras que começam com fanfarra e terminam em silêncio constrangedor.

 

A cada semana surge uma nova epopeia: são quadras de esportes que desapareceram no ar como truques de mágica, restaurantes populares que nasceram como bandeira eleitoral e morreram como calote milionário, a volta triunfal da Zona Azul mais cara que estacionamento de shopping de luxo, ou as tais das Reurb e que, em 5 anos,  nunca foram entregues à população. 

 

Tudo com a mesma assinatura: a velha “síndrome de Pinóquio”, marca registrada de um prefeito que fala muito, promete mais ainda e entrega quase nada.

 

O caso da ponte Porto Seguro–Arraial é um espetáculo à parte. Jurou que seria a obra do século. Parou exatamente no dia da eleição de 2024. Ficou abandonada por um ano, mas agora volta à cena com um custo milionário e um show de Durval Lelys, corrida de rua e camisetas.

 

É a ponte que o pariu — literalmente. Obra parada, dinheiro voando e o contribuinte pagando a conta, como sempre.

 

Enquanto isso, a prefeitura segue a lógica do caixa-preto: herdou R$ 30 milhões em dinheiro vivo e sem dívidas. Hoje, deve meio bilhão. Meio bilhão. Tudo com parcelas descontadas direto do Fundo de Participação dos Municípios, o que significa que o próximo prefeito já começa o jogo perdendo de goleada. A operação tem até nome clássico: “Rapa do Tacho”.

 

AFINAL, CADÊ O MP?

 

E o Ministério Público? Ora, o MP em Porto Seguro parece viver em outro planeta. Restaurantes populares usados em campanha? Não houve fraude, diz a promotoria. Festas milionárias sem licitação? Silêncio absoluto. É como se o órgão fiscalizador tivesse se transformado em fã-clube oficial da administração.

O DOMÍNIO DO CRIME ORGANIZADO 

 

O problema é que a cidade não é palco de circo. Nos bairros mais pobres, onde a presença do Estado é só uma piada de mau gosto, o crime organizado ocupa o espaço que o prefeito abandonou. Turistas e moradores que se cuidem: enquanto Jânio canta vitória em palanque, a panela de pressão social ferve prestes a explodir.

 

No fim, resta uma certeza: em Porto Seguro, cada promessa de Jânio é um investimento em frustração. Se o STF confirmar de fato a cassação do prefeito, o que sobrará é a herança de Pinóquio: cofres vazios, cidade endividada e uma ponte de faz de conta.

 O NOVO  ESTELIONATO ELEITORAL EM PORTO SEGURO 

 O NOVO  ESTELIONATO ELEITORAL EM PORTO SEGURO 

Noticias 23 de setembro de 2025

 

acaixa

 

O poder sempre foi uma ilusão cara. Na Roma Antiga, pelo menos, o sujeito tinha que enfrentar leões. Hoje, em Porto Seguro, basta recomeçar  uma obra que na verdade nunca foi iniciada, inventar uma festinha com dinheiro público e achar que o povo vai aplaudir como se fosse o maior feito da história da humanidade. E geralmente dá certo. 

 

Pois é, o prefeito Jânio Natal, prestes a ser cassado, ao menos presume-se, resolveu acordar do retiro espiritual de um ano e retomar a famosa ponte Porto/Arraial — aquela mesma que virou piada depois de parar um dia depois das eleições. Agora, com um olho na Justiça e outro no caixa, o prefeito tenta vender a ideia de que está “trabalhando”. Na verdade, está é fazendo malabarismo para salvar a própria pele e empurrar goela abaixo seu vice, Paulinho Toa Toa, como herdeiro político.

 

O REBANHO EM FESTA

 

O que choca não é o estelionato eleitoral em si — isso já virou rotina no Brasil. O que realmente espanta é ver o rebanho literalmente em festa, correndo para tirar foto, postar coraçãozinho e escrever textão de agradecimento como se o prefeito estivesse pagando a obra do próprio bolso. Isso depois de gastar mais de R$ 1 milhão em show de axé e corrida, como se Porto Seguro não tivesse buracos e  problemas de sobra esperando solução.

 

Realmente é surreal. É mais uma vez Porto Seguro sendo Porto Seguro. Uma verdadeira cusparada na cara do contribuinte transformar promessa de campanha em espetáculo. Mas, para a plateia dos bajuladores, tudo bem: enquanto tiver nomeação fácil e contracheque sem precisar trabalhar, vale aplaudir qualquer coisa — até nota de 3 reais.

 

No fim das contas, não há mágica nenhuma: é o prefeito desesperado, endividando o município e raspando o tacho até o último centavo para manter vivo o seu projeto pessoal de poder. Quem acredita na súbita vocação de Jânio para “salvar a cidade” merece mesmo continuar sendo enganado. Porque, como sempre, só se engana quem quer.

  1. QUEM ME VIU E QUEM ME VÊ...
  2. TRIO PARADA DURA: A CORRIDA CONTRA O RELÓGIO DE JÂNIO NATAL - Quando o espírito público só desperta com cheiro de cassação no ar
  3. O ÓDIO COMO ÚNICO PROGRAMA DE GOVERNO
  4. NEM PETISTA, NEM BOLSONARISTA. SOU TARCÍSIO DE FREITAS DESDE CRIANCINHA

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