Dando continuidade ao nosso trabalho acerca do caso dos professores, e que acreditamos desmentir de forma irrefutável toda a fantasiosa acusação do MP, em entrevista e revelação inédita, o juiz de direito André Marcelo Strogenski, então juiz criminal titular  da comarca de Santa Cruz de Cabrália à época dos fatos, garante que ouviu um réu chamado Junior Barrinha num determinado processo, atualmente preso em Eunápolis por outros crimes, o qual teria confessado a ele, chorando muito, dm uma audiência e de maneira informal, que as mortes dos professores Álvaro e Elisney teria se dado mediante um assalto seguido de reação  e luta corporal por parte dos dois professores, assalto este em que ele próprio  teria participado.

 

De acordo com o magistrado,  Júnior  não aceitou confessar o crime de forma oficial por que tinha muito medo de morrer.. 

 

Ainda segundo o magistrado e o réu, o líder do grupo de assaltantes teria sido um elemento chamado Cristiano do Gesso, junto com mais 3 ou 4  meliantes, e que na época estavam cometendo uma série de assaltos em sítios da região, a exemplo do sítio do coronel Belcorígenes e da casa do ex-vereador Tica, onde seu filho foi levado como refém, sendo os marginais bastante tatuados, violentos e drogados, o que, segundo a própria mãe e o irmão de Álvaro,  difere totalmente das características dos PMs Sandoval e Rodrigues e que sequer usam drogas e nem  tatuagens possuem.

 

A importante  informação, que poderia ter mudado totalmente o rumo das investigações, a qual eu particularmente já sabia há mais de 15 anos, mas que nunca publiquei nada justamente por envolver um magistrado com quem sempre mantive um relacionamento de confiança,  bastante respeitoso e cordial,   é confirmada em parte  inclusive pela mãe do próprio professor Álvaro, que afirmou em seu depoimento ao juiz Roberto Costa que, ao chegar na Clínica Nossa Senhora d´Ajuda,  logo após o suposto assalto, uma enfermeira teria lhe perguntado se o ex-presidente da APLB teria se envolvido em alguma luta corporal, posto que estava com a região do saco escrotal muito roxa, sinal de que teria entrado numa briga.

 

 

 Ouça em detalhes o que afirmou dona Cida em juízo.  

 

Detalhe: essa  informação foi relatada pessoalmente por mim em detalhes ao delegado Evy Paternostro durante meu depoimento a ele, também de maneira informal, assim como a suposta participação de Cristiano,  como possível  líder do grupo também foi por mim exposta,  mesma informação que foi confirmada  pelo magistrado ao delegado, sendo que a possível participação de Cristiano também  foi informada   ao Dr. Dioneles  pelo ex-delegado da Polícia Federal à época, Dr. Eriosvaldo Renovatto, atual secretário da administração Jânio Natal, conforme consta abaixo e  do documento  constante do capítulo XI, cuja informação foi  completamente ignorada pelo MP.

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As perguntas que ficam e que não querem calar:  será que eu, o Dr. André e o Dr. Renovatto nos reunimos para inventar uma versão sem fundamento para proteger os acusados? Afinal, quem teria mais credibilidade, nós ou os dois traficantes confessos e que trocaram a cadeia pela liberdade após acusarem Edésio e os PMs,  através de 3 versões diferentes e totalmente contraditórias a olhos vistos?